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Funções executivas no consultório: 5 ideias para trabalhar com seus pacientes
Imagine uma criança de nove anos sentada à sua frente. Na semana passada, ela explicou as regras de um jogo inteiro sem errar uma palavra. Hoje, assim que o jogo começa, ela move a peça antes de você terminar de falar, esquece o que combinaram dois minutos atrás e, quando a regra muda no meio da partida, fica olhando para o tabuleiro sem saber o que fazer.
A mãe diz a frase que você ouve toda semana: “Ele sabe, mas na hora não consegue.”
Esse “na hora” tem nome. Quase sempre, ele mora nas funções executivas. Neste texto, vou explicar o que elas são, por que pesam tanto na aprendizagem e na vida, o que a pesquisa diz sobre treiná-las e, principalmente, dar 5 ideias práticas para você usar no consultório desde já. No final, tenho uma novidade para contar.


