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Como desenvolver raciocínio clínico na psicopedagogia
Existe uma pergunta que separa duas profissionais completamente diferentes, mesmo que as duas usem os mesmos testes, os mesmos protocolos, os mesmos materiais de avaliação. A pergunta é: você sabe explicar por que escolheu cada instrumento, cada hipótese, cada estratégia de intervenção, ou você está seguindo um roteiro que aprendeu em algum curso, sem entender totalmente o raciocínio por trás dele?
Se a resposta te incomodou um pouco, seja bem-vinda a essa conversa. Porque é exatamente sobre isso que quero falar hoje: o que é, de fato, raciocínio clínico, por que ele importa mais do que qualquer teste ou protocolo isolado, e como desenvolvê-lo de forma deliberada, não por acaso, ao longo da carreira.


