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Carreira e Desenvolvimento Profissional, Estudos e Aprendizagem, Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia, Trabalho e Propósito
Plataforma MaisPp completa 16 anos e faz, pela primeira vez, uma Black Friday
Escola permanente de Psicopedagogia chega aos 16 anos com um gesto inédito: a primeira campanha de Black Friday da sua história.
Em 27 de novembro, a internet brasileira vai falar de descontos. Entre milhares de ofertas, uma delas carrega um motivo raro: a Plataforma Mais Psicopedagogia, a MaisPp, completa 16 anos em 2026. Para marcar a data, eu, a sua fundadora, tomei uma decisão que nunca havia tomado em todo esse tempo: realizar uma Black Friday.
A campanha se chama #BlackMaisPp e foi desenhada em fases. Quem entrar primeiro, pela lista VIP, chega antes à pré-venda e leva um bônus a mais. Neste texto, você vai entender o que é a MaisPp, como ela funciona, o que a sustenta e como participar.
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Plano de intervenção psicopedagógica: o passo a passo para construir o seu em 8 etapas
Imagine dois pacientes que chegam ao seu consultório com o mesmo diagnóstico de TDAH, fechado pelo médico. O primeiro é um menino de dez anos que, na hora do intervalo, interrompe os colegas, responde antes de a pergunta terminar e já esgotou a paciência de metade da turma. A segunda é uma menina da mesma idade que, na sala de aula, passa quase despercebida. Ela lê um parágrafo inteiro e, quando chega ao final, já esqueceu como ele começou.
Se você montar o mesmo plano de intervenção para os dois, um deles vai perder tempo. Se montar o plano pensando só no rótulo, os dois vão perder. O que decide o plano é o perfil de habilidades de cada um, e esse perfil vem da avaliação.
Neste texto, mostro o passo a passo que eu uso, dentro da metodologia da Plataforma Mais Psicopedagogia, para construir um plano de intervenção a partir de dados: do resumo do desenvolvimento do paciente ao registro de cada sessão.
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Funções executivas no consultório: 5 ideias para trabalhar com seus pacientes
Imagine uma criança de nove anos sentada à sua frente. Na semana passada, ela explicou as regras de um jogo inteiro sem errar uma palavra. Hoje, assim que o jogo começa, ela move a peça antes de você terminar de falar, esquece o que combinaram dois minutos atrás e, quando a regra muda no meio da partida, fica olhando para o tabuleiro sem saber o que fazer.
A mãe diz a frase que você ouve toda semana: “Ele sabe, mas na hora não consegue.”
Esse “na hora” tem nome. Quase sempre, ele mora nas funções executivas. Neste texto, vou explicar o que elas são, por que pesam tanto na aprendizagem e na vida, o que a pesquisa diz sobre treiná-las e, principalmente, dar 5 ideias práticas para você usar no consultório desde já. No final, tenho uma novidade para contar.
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Apoio profissional na Psicopedagogia: o olhar de fora que tira você da estagnação
Imagine uma psicopedagoga às onze da noite. O notebook tem quatorze abas abertas: um artigo sobre funções executivas, um vídeo de três horas sobre avaliação, o post de alguém dizendo que o segredo é escolher um nicho, outro dizendo que nicho limita. No celular, três grupos de WhatsApp com opiniões opostas sobre o mesmo assunto. Na cabeça, um caso que não saiu dela o dia inteiro.
Ela estudou muito. Trabalha duro. E, mesmo assim, sente que está parada.
Se você reconheceu um pedaço da sua própria noite nessa cena, este texto é para você. Vou mostrar por que tanta gente competente fica presa nesse lugar, o que a pesquisa e a experiência dizem sobre isso e por que, muitas vezes, uma conversa com alguém que já andou esse caminho muda o rumo de meses de trabalho.
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Atendimento psicopedagógico online: em que investir e o que realmente vale a pena
Quando uma colega me conta que quer começar a atender online, a primeira pergunta quase sempre é: “Tati, quanto eu preciso gastar?” Logo em seguida vem a segunda: “O que eu tenho que comprar?”
Eu entendo a dúvida. Quem pesquisa o assunto na internet encontra listas enormes de equipamentos, ring lights, mesas digitalizadoras, câmeras profissionais, e acaba com a impressão de que atender online exige um estúdio. Isso trava muita gente. Algumas profissionais adiam o começo por meses esperando juntar dinheiro para um conjunto de coisas de que, na prática, não precisam.
Neste texto, vou te mostrar o que eu uso na minha estrutura de atendimento online, o que vale o investimento e o que você pode deixar para depois. Vou contar também como eu comecei, que foi com muito menos do que tenho hoje, e dizer onde eu gastaria primeiro se tivesse só um pouco para investir.
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8 livros essenciais para psicopedagogas: construa sua biblioteca básica
Há muitos anos, fiz um vídeo para o meu canal do YouTube com dez livros fundamentais para psicopedagogas. Dez anos depois, eu já não sou a mesma profissional. Ampliei meu repertório de leituras e de experiências, e aquela lista deixou de me representar. Por isso, retirei o vídeo do ar.
De tudo que as pessoas me pedem em todos os meus canais, recomendação de livros ocupa, sem dúvida, o primeiro lugar. Livros para psicopedagogas iniciantes, para neuropsicopedagogas em situações específicas, para quem já atua há anos. Não importa em que ponto da carreira as profissionais estejam, elas nunca se cansam de buscar mais conhecimento. Ainda bem.
Este artigo existe por isso. Quero te entregar uma versão atualizada do que considero uma biblioteca básica e fundamental para os profissionais, que cobre os temas importantes e te instrumentaliza para qualquer prática psicopedagógica.
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Visita escolar em Psicopedagogia: o guia completo do que perguntar e o que observar
Se você já fez uma visita escolar e saiu de lá com a sensação de que conversou bastante, mas não trouxe informação que realmente mudasse sua avaliação, você não está sozinha. Essa é uma das perguntas mais recorrentes que recebo de outras psicopedagogas: como estruturar esse contato com a escola para que ele valha o tempo e o deslocamento, em vez de virar só uma formalidade no processo avaliativo.
O contato com a escola é, com frequência, a etapa mais subestimada de toda a avaliação psicopedagógica. A gente investe tempo pesado em anamnese, em testes, em sessões individuais, e trata a conversa com a escola como um apêndice, quase um protocolo burocrático para “fechar o processo”. Só que a escola é o ambiente em que a queixa, na maioria das vezes, nasceu e se manifesta com mais intensidade. Nenhum relato de pai, por mais detalhado que seja, substitui a visão de quem convive com a criança em sala todos os dias.

















