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Você tem a chance de ser uma psicopedagoga de elite ou uma psicopedagoga qualquer. Você só tem que escolher.
Existe uma diferença brutal entre a psicopedagoga que sobrevive na profissão e a psicopedagoga de elite.
A primeira aplica teste, entrega laudo, espera o próximo paciente aparecer, e vive com a sensação constante de que está sempre correndo atrás da agenda cheia, do reconhecimento, da segurança financeira que parece nunca vir por completo.
A segunda domina a base clínica com tanta profundidade que consegue conduzir qualquer caso com confiança, constrói uma reputação que atrai pacientes sem precisar implorar por indicação, e transformou o próprio conhecimento em múltiplas fontes de renda — porque entende de avaliação e intervenção, mas também entende de branding, posicionamento e negócio.
Se você se identificou com a primeira descrição, eu preciso te dizer uma coisa: a distância entre uma coisa e outra não é talento. É repertório. E é exatamente esse repertório que separa quem estaciona na carreira de quem se torna referência.
O que faz uma psicopedagoga de elite? Ela domina fundamentos científicos de avaliação e intervenção, não apenas protocolos prontos. Sabe estruturar um relatório que comunica com clareza e autoridade. Entende como se posicionar e ser encontrada pelos pacientes certos. E sabe construir, de forma estratégica, mais de uma fonte de renda dentro da própria área — sem depender só do atendimento clínico para sustentar a vida financeira.
Reunir esse repertório levou anos da minha trajetória. E no dia 22 de agosto, vou entregar, numa única manhã, ao vivo e gratuitamente, o caminho que percorri para chegar lá — para você não precisar levar anos para desenvolver o que pode começar a aplicar agora.
Essa é a Imersão Psicopedagoga de Elite: uma oportunidade única de acessar, de uma vez só, o conhecimento que sustenta a virada entre “só mais uma profissional da área” e uma psicopedagoga de elite de verdade.

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Falando a Real: o que a série do Apple TV+ ensina sobre o limite entre ajudar e resolver pelo outro
Como terapeuta, você já olhou para um paciente, para uma família, para os pais de uma criança que atende, e sentiu vontade de simplesmente falar a real? Aquelas situações em que, enquanto você escuta, pensa: “meu Deus, é só fazer tal coisa que isso resolve, será que eles não estão vendo?”
Isso pode acontecer bastante. Mas sentir vontade não significa que devemos fazer. Nossos pacientes, e as famílias que atendemos, precisam passar pelo processo do aprendizado — e não podemos fazer isso por eles.
Mas, e se você, como terapeuta, não estiver nada bem, e simplesmente decidir que vai falar tudo para seus pacientes?

Harrison Ford e Jason Segel, que interpreta um terapeuta que decide ser brutalmente sincero -
Comporte-se, de Robert Sapolsky: por que psicopedagogos e neuropsicopedagogos deveriam ler esse livro
Existem livros técnicos. Existem livros que mudam a forma como você olha para o ser humano. Comporte-se: a biologia humana em nosso melhor e pior, de Robert Sapolsky, é dos poucos que fazem as duas coisas ao mesmo tempo — e é exatamente por isso que ele foi uma das leituras mais marcantes que já fizemos no Clube do Livro da Plataforma Mais Psicopedagogia.

Comporte-se, de Robert Sapolsky -
Estilos de aprendizagem não existem: o que diz a ciência (e o que fazer no lugar)
Se você já classificou um paciente como “aprendiz visual”, “aprendiz auditivo” ou “aprendiz cinestésico”, preciso te contar uma coisa desconfortável: isso não tem comprovação científica nenhuma.
E não estou aqui para dar bronca em ninguém — eu mesma aprendi essa teoria na minha formação, como se fosse ciência consolidada. O problema não é ter aprendido isso um dia. O problema é continuar usando, sem questionar, quando a ciência já caminhou para outro lugar.
Gravei um vídeo completo sobre esse tema — de onde veio o mito dos estilos de aprendizagem, por que ele é tão sedutor, o que a ciência realmente diz sobre como aprendemos, e o que fazer na prática, no consultório, no lugar disso.
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Por que organizar o trabalho terapêutico traz mais paz (e não menos)
Hoje o meu dia foi assim: sentei para organizar a rotina de criação de conteúdo e revisei os processos da minha empresa dentro do Notion, ajustando etapas que já não faziam mais sentido.Nada glamouroso. Nenhuma novidade revolucionária. Só organização do trabalho terapêutico, no sentido mais prático da palavra.
E, ainda assim, foi um dos dias em que mais me senti em paz nas últimas semanas.

Eu aqui na varanda, organizando toda a minha vida no Notion 
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POR QUE VOCÊ NAO CONSEGUE TER CONSTÂNCIA (E COMO MUDAR ISSO DE FORMA PRÁTICA)
Descubra por que é tão difícil manter a constância nos seus objetivos e como desenvolver hábitos, foco e disciplina de forma prática e sustentável.
Existe uma cena que se repete com mais frequência do que a gente gostaria de admitir. Ela começa com entusiasmo, quase sempre acompanhada de uma sensação de recomeço, como se, dessa vez, tudo estivesse finalmente no lugar. Você define metas, organiza ideias, traça um plano e sente aquela energia inicial que dá a impressão de que agora vai.
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Acabei de me formar. E agora?
Este é um guia completo para a construção de uma carreira de sucesso sustentável na Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia.
Não se constrói uma carreira sólida da noite para o dia, mas esse caminho pode ser encurtado quando você aprende com quem já passou por isso, em vez de ficar batendo a cabeça em tentativas e erros. E eu, que já passei por bastante coisa enquanto construía minha carreira, estou aqui para te ajudar a pular alguns erros e passar para os acertos que me ajudaram e continuam ajudando até hoje.

Eu sei exatamente o que você pode fazer para conseguir resultados grandiosos e ter muitas conquistas na carreira de forma mais rápida. Mas o problema dessas estratégias que prometem resultados rápidos é que muitas vezes não promovem crescimento sustentável e saudável.

















