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Treino de atenção em crianças com e sem TDAH: passo a passo para a prática clínica
Quase toda queixa que chega ao consultório de Psicopedagogia passa, em algum momento, pela palavra “atenção”. “Ele não presta atenção.” “Ela se distrai com tudo.” “Esquece o que acabou de ouvir.” A família quer uma solução, a escola quer uma solução, e a pressão para começar logo um “treino de atenção” aparece já na primeira conversa.
Existe um caminho mais seguro do que sair aplicando jogos de concentração. Ele tem uma ordem: avaliar, planejar, orientar a família e só então treinar, com estratégia ajustada ao perfil de cada criança. Esse passo a passo vale para crianças com TDAH e também para as que não têm o diagnóstico, porque dificuldade de atenção aparece em muitos quadros e por muitos motivos.
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Kit gratuito de habilidades sociais: como intervir em crianças que “não se dão bem com os colegas”
“Ele não se dá bem com os colegas.” “Ela vive brigando na escola.” “Ele fica isolado no recreio.” Essas queixas chegam com frequência aos nossos consultórios, e é comum que sejam tratadas como um problema de comportamento isolado, algo para “corrigir” com regras e consequências. Mas, na maioria das vezes, por trás dessa queixa existe uma dificuldade específica, e tratável, de habilidades sociais e reconhecimento de emoções.
Essas duas competências, juntas, formam a base do que chamamos de competência socioemocional. E prejuízo nessa área frequentemente aparece disfarçado de “dificuldade de fazer amigos” ou “conflito constante com colegas”, quando a raiz real é outra: uma dificuldade de leitura de sinais sociais, ou de repertório de resposta diante deles.
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Atendimento psicopedagógico de idosos: o que você precisa saber
A população está envelhecendo, e junto com isso cresce a demanda por profissionais que entendam de aprendizagem em pessoas idosas, não só em crianças. E preciso ser direta com você: atender idoso não é atender criança com menos energia. É outra lógica, outro tipo de investigação, outro jeito de pensar a intervenção.
Cada vez mais famílias me procuram perguntando se psicopedagoga atende idoso, se faz sentido para um pai ou mãe que está esquecendo as coisas, para um avô que já não consegue acompanhar uma conversa como antes. A resposta é sim. Esse é um campo enorme, ainda pouco explorado dentro da nossa área, com muita gente precisando de ajuda e poucos profissionais preparados tecnicamente para isso.
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7 características que sustentam uma carreira de verdade na Psicopedagogia
“Será que a Psicopedagogia é pra mim?” Recebo essa pergunta o tempo todo, de gente pensando em começar a faculdade, de gente já formada mas ainda insegura, e até de profissionais que atuam há anos e, de vez em quando, se perguntam se escolheram certo.
Já escrevi, em outro texto aqui do blog, sobre como diferenciar cansaço normal de desalinhamento real de propósito. Hoje quero complementar essa reflexão de um jeito mais concreto: não com filosofia sobre propósito, mas com as características práticas que realmente sustentam esse trabalho ao longo dos anos, para que você consiga avaliar, com clareza, se esse caminho é o seu.
Não é um texto para te convencer a seguir a profissão a qualquer custo. É uma avaliação honesta do que essa carreira realmente exige.
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Lei da Psicopedagogia sancionada: o que muda agora (e o que ainda está em jogo)
Essa semana, a Psicopedagogia deu mais um passo histórico: foi sancionada a Lei 15.519/26, que regulamenta o exercício da nossa profissão em todo o território nacional. Publicada no Diário Oficial da União em 23 de setembro de 2026, a lei já está em vigor.
Mas, como toda sanção presidencial, essa veio com um detalhe importante: houve veto parcial a uma parte específica da lei, justamente a que definia quem pode exercer a profissão. Quero explicar, com clareza e calma, o que isso significa na prática, o que vem a seguir, e por que, mesmo com essa ressalva, esse é um motivo genuíno de comemoração para toda a nossa categoria.
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BNCC e desenvolvimento infantil: por que a intervenção precoce sustenta todo o percurso escolar
Um professor pode ser excelente, seguir a BNCC à risca, planejar aulas ricas e bem estruturadas. Mas se a criança à frente dele ainda não desenvolveu as habilidades de base necessárias para aprender aquele conteúdo, todo esse trabalho pedagógico esbarra numa parede invisível. O conteúdo é ensinado, mas não é aprendido, porque a estrutura de desenvolvimento que sustenta a aprendizagem ainda não está pronta.
É exatamente aí que entra o nosso papel como psicopedagogas e neuropsicopedagogas: identificar, o quanto antes, os déficits que comprometem esse alicerce, para que o percurso escolar da criança não seja prejudicado antes mesmo de começar de verdade.
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Networking na Psicopedagogia: como a forma como você trata as pessoas constrói sua reputação
Captação de paciente não começa no Instagram. Começa, muitas vezes, na fila da padaria.
Sei que parece exagero, mas não é. A forma como você trata as pessoas, em qualquer contexto, mesmo naqueles que parecem completamente desconectados da sua profissão, constrói (ou destrói) a rede de relações que, um dia, pode te trazer o próximo paciente, a próxima indicação, a próxima oportunidade. Networking de verdade não é uma técnica de marketing. É um jeito de viver.



















