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Apoio profissional na Psicopedagogia: o olhar de fora que tira você da estagnação
Imagine uma psicopedagoga às onze da noite. O notebook tem quatorze abas abertas: um artigo sobre funções executivas, um vídeo de três horas sobre avaliação, o post de alguém dizendo que o segredo é escolher um nicho, outro dizendo que nicho limita. No celular, três grupos de WhatsApp com opiniões opostas sobre o mesmo assunto. Na cabeça, um caso que não saiu dela o dia inteiro.
Ela estudou muito. Trabalha duro. E, mesmo assim, sente que está parada.
Se você reconheceu um pedaço da sua própria noite nessa cena, este texto é para você. Vou mostrar por que tanta gente competente fica presa nesse lugar, o que a pesquisa e a experiência dizem sobre isso e por que, muitas vezes, uma conversa com alguém que já andou esse caminho muda o rumo de meses de trabalho.
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Atendimento psicopedagógico online: em que investir e o que realmente vale a pena
Quando uma colega me conta que quer começar a atender online, a primeira pergunta quase sempre é: “Tati, quanto eu preciso gastar?” Logo em seguida vem a segunda: “O que eu tenho que comprar?”
Eu entendo a dúvida. Quem pesquisa o assunto na internet encontra listas enormes de equipamentos, ring lights, mesas digitalizadoras, câmeras profissionais, e acaba com a impressão de que atender online exige um estúdio. Isso trava muita gente. Algumas profissionais adiam o começo por meses esperando juntar dinheiro para um conjunto de coisas de que, na prática, não precisam.
Neste texto, vou te mostrar o que eu uso na minha estrutura de atendimento online, o que vale o investimento e o que você pode deixar para depois. Vou contar também como eu comecei, que foi com muito menos do que tenho hoje, e dizer onde eu gastaria primeiro se tivesse só um pouco para investir.
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8 livros essenciais para psicopedagogas: construa sua biblioteca básica
Há muitos anos, fiz um vídeo para o meu canal do YouTube com dez livros fundamentais para psicopedagogas. Dez anos depois, eu já não sou a mesma profissional. Ampliei meu repertório de leituras e de experiências, e aquela lista deixou de me representar. Por isso, retirei o vídeo do ar.
De tudo que as pessoas me pedem em todos os meus canais, recomendação de livros ocupa, sem dúvida, o primeiro lugar. Livros para psicopedagogas iniciantes, para neuropsicopedagogas em situações específicas, para quem já atua há anos. Não importa em que ponto da carreira as profissionais estejam, elas nunca se cansam de buscar mais conhecimento. Ainda bem.
Este artigo existe por isso. Quero te entregar uma versão atualizada do que considero uma biblioteca básica e fundamental para os profissionais, que cobre os temas importantes e te instrumentaliza para qualquer prática psicopedagógica.
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Visita escolar em Psicopedagogia: o guia completo do que perguntar e o que observar
Se você já fez uma visita escolar e saiu de lá com a sensação de que conversou bastante, mas não trouxe informação que realmente mudasse sua avaliação, você não está sozinha. Essa é uma das perguntas mais recorrentes que recebo de outras psicopedagogas: como estruturar esse contato com a escola para que ele valha o tempo e o deslocamento, em vez de virar só uma formalidade no processo avaliativo.
O contato com a escola é, com frequência, a etapa mais subestimada de toda a avaliação psicopedagógica. A gente investe tempo pesado em anamnese, em testes, em sessões individuais, e trata a conversa com a escola como um apêndice, quase um protocolo burocrático para “fechar o processo”. Só que a escola é o ambiente em que a queixa, na maioria das vezes, nasceu e se manifesta com mais intensidade. Nenhum relato de pai, por mais detalhado que seja, substitui a visão de quem convive com a criança em sala todos os dias.
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Treino de atenção em crianças com e sem TDAH: passo a passo para a prática clínica
Quase toda queixa que chega ao consultório de Psicopedagogia passa, em algum momento, pela palavra “atenção”. “Ele não presta atenção.” “Ela se distrai com tudo.” “Esquece o que acabou de ouvir.” A família quer uma solução, a escola quer uma solução, e a pressão para começar logo um “treino de atenção” aparece já na primeira conversa.
Existe um caminho mais seguro do que sair aplicando jogos de concentração. Ele tem uma ordem: avaliar, planejar, orientar a família e só então treinar, com estratégia ajustada ao perfil de cada criança. Esse passo a passo vale para crianças com TDAH e também para as que não têm o diagnóstico, porque dificuldade de atenção aparece em muitos quadros e por muitos motivos.
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Kit gratuito de habilidades sociais: como intervir em crianças que “não se dão bem com os colegas”
“Ele não se dá bem com os colegas.” “Ela vive brigando na escola.” “Ele fica isolado no recreio.” Essas queixas chegam com frequência aos nossos consultórios, e é comum que sejam tratadas como um problema de comportamento isolado, algo para “corrigir” com regras e consequências. Mas, na maioria das vezes, por trás dessa queixa existe uma dificuldade específica, e tratável, de habilidades sociais e reconhecimento de emoções.
Essas duas competências, juntas, formam a base do que chamamos de competência socioemocional. E prejuízo nessa área frequentemente aparece disfarçado de “dificuldade de fazer amigos” ou “conflito constante com colegas”, quando a raiz real é outra: uma dificuldade de leitura de sinais sociais, ou de repertório de resposta diante deles.
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Atendimento psicopedagógico de idosos: o que você precisa saber
A população está envelhecendo, e junto com isso cresce a demanda por profissionais que entendam de aprendizagem em pessoas idosas, não só em crianças. E preciso ser direta com você: atender idoso não é atender criança com menos energia. É outra lógica, outro tipo de investigação, outro jeito de pensar a intervenção.
Cada vez mais famílias me procuram perguntando se psicopedagoga atende idoso, se faz sentido para um pai ou mãe que está esquecendo as coisas, para um avô que já não consegue acompanhar uma conversa como antes. A resposta é sim. Esse é um campo enorme, ainda pouco explorado dentro da nossa área, com muita gente precisando de ajuda e poucos profissionais preparados tecnicamente para isso.



















